Solidariedade – O pequeno Miguel precisa de todos nós para ter uma vida saudável

O pequeno Miguel precisa de nós !

Sem conseguir tratamento ideal para o filho aqui no Brasil, um casal resolveu usar uma das ferramentas de rede social mais utilizada entre a população, para pedir ajuda com o tratamento do filho diagnosticado com Atrofia Muscular espinhal tipo 1.

Usando a página do facebook para mostrar o dia a dia de Miguel no hospital, os pais Bruno Amaral e Luma Oliveira aparecem fortes ao lado do filho, pedindo orações e boas vibrações para o pequeno.

A doença foi descoberta quando Miguel tinha apenas dois meses, quando ele “parou de se movimentar”, segundo contou Luma.

Após uma bateria de exames e teste genético no Hospital das Clínicas, em São Paulo, foi confirmado que o garoto sofre de Atrofia Muscular espinhal tipo 1, doença esta que não há tratamento ideal no Brasil. Por aqui, os médicos oferecem apenas fisioterapia muscular e respiratória, um tratamento que melhora a qualidade de vida do paciente, mas que ainda não é o ideal.

Sem tratamento ideal aqui, os pais descobriram que a ajuda poderá vir do exterior e atualmente está sendo esta a batalha e esperança, em Columbus, Ohio (EUA), no Hospital Nacional da Criança, o geneticista Jerry Mendell, que há anos trata crianças com Atrofia Muscular, e vem conseguindo bons resultados.

O casal contou que já entrou em contato com Jerry através de e-mail, mas que ainda não obtiveram resposta.

Porém para conseguirem dinheiro para custear a viagem, os pais não tiveram outra opção, a não ser contar com a ajuda dos familiares, amigos e outros doadores, para que possam tentar mudar esta história e ela ter um final feliz.   Foi criada uma página no Facebook, para que a história seja multiplicada e chega ao máximo possível de colaboradores e assim juntos mudarmos a história de Miguel.

Para ajudar, obter os dados bancários e saber mais sobre a história de Miguel, é só acessar a página: Ajude o Pequeno Miguel.

Os pais Bruno Amaral e Luma Oliveira, ladeando o pequeno Miguel – Foto: Reprodução Rede Social

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Projeto abole enterro em caixões e propõe capsula orgânica para falecido viver como árvore

A ideia do “ciclo da vida” agrada muitas pessoas independentemente da fé. Em poucas palavras, évida se transformando em vida — a morte fica em segundo plano. O projeto italiano The Capsula Mundi é uma representação perfeita desse conceito.

Desenvolvido pelos designers Anna Citelli e Raoul Bretzel, o projeto consiste em uma cápsula orgânica e biodegradável que é capaz de transformar um corpo em decomposição em nutrientes para uma árvore. Primeiro, o corpo do falecido é colocado dentro da cápsula e então enterrado. Depois é plantado uma árvore ou uma semente por cima para aproveitar a matéria orgânica.

O projeto veio da ideia de criar uma alternativa ecologicamente sustentável para caixões

Caixão orgânico (1)

Fonte: capsulamundi.it

Cada cliente pode escolher sua árvore favorita

Caixão orgânico (2)

Fonte: capsulamundi.it

É a transformação do cemitério…

Caixão orgânico (3)

Fonte: capsulamundi.it

… em uma floresta de memórias!

Caixão orgânico (5)

Fonte: capsulamundi.it

Isso sem derrubar árvores para produzir caixões…

Caixão orgânico (4)

Fonte: capsulamundi.it

… mas plantando vários tipos para gerar mais vida.

Caixão orgânico (6)

Fonte: capsulamundi.it

O projeto é ousado e mexe em tradições seculares, por isso ainda não foi colocado em prática. A Itália tem leis restritas sobre enterros.

Eu achei a solução incrível. Transformar cemitérios em lugares cheios de árvores (vida) é uma excelente maneira de resgatar boas lembranças das pessoas que se foram.

O que você acha de ser enterrado e dar vida a uma árvore?

FULGURITO: VOCÊ SABIA?

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Fulgurito é o nome para um fóssil de relâmpago. Eles são tubos de vidros naturais e côncavos formados de quartzo de areia, ou sílica, e são formadas quando um relâmpago, com a temperatura de pelo menos 1.800°C, derrete instantaneamente a sílica em uma superfície condutiva e gruda os grãos entre si. A imagem acima é um fulgurito…  Dessa você não sabia!

CIÊNCIA: 10 sentidos humanos pouco conhecidos (mas importantes)…

Olfato, paladar, visão, tato e audição. Para muitos, estes são os únicos cinco sentidos que possuímos. Mas, na realidade, estudos apontam que possuímos 21. Logo, quando alguém diz ter um “sexto sentido”, não está de todo errado, embora não signifique que ela está “pressentindo” algo. Nossa ampla gama de sentidos muitas vezes é bastante surpreendente para as pessoas, até que elas percebem que eles são utilizados todos os dias, naturalmente. Muitos dos sentidos humanos que nós esquecemos são extremamente importantes para a nossa vida cotidiana. Confira:

10. Sensação de plenitude

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Sabe quando você sente que comeu e bebeu o suficiente e seu corpo está tentando avisá-lo sobre isso? A sensação de plenitude é um sentido separado do seu corpo, envolvendo o seu próprio conjunto de receptores sensoriais que informam quando você está satisfeito e precisa parar de comer. Fazem parte deste conjunto receptores de estiramento, que permitem que você saiba que o seu estômago está ficando cheio.

O estômago envia ao cérebro certos sinais de que o alimento foi digerido, o que significa que se você comer sua comida devagar, você vai se sentir mais “cheio” do que se você comer a mesma quantidade em um curto período de tempo. Seu cérebro basicamente precisa de tempo para acompanhar o que o seu corpo está fazendo.

9. Temperatura

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Este pode não ser muito surpreendente, mas é importante notar que o seu senso de temperatura – do quente e do frio – não é apenas uma parte do seu sentido de tato, mas, na verdade, um sentido distinto. Nossos termorreceptores detectam o quente e o frio, entre outras coisas, que auxiliam nossos corpos a ajustar a mudança de temperatura em nosso ambiente. Os sinais de termorreceptores viajam através da medula espinhal e, finalmente, chegam ao tálamo, onde nos informam sobre o que precisamos saber: se estamos quentes e precisamos nos resfriar ou o contrário.

8. Níveis de oxigênio

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O objetivo dos quimiorreceptores periféricos é estar atento ao sangue em suas artérias e monitorar o nível de oxigênio, bem como a quantidade de dióxido de carbono no corpo, entre outras coisas. Ele alerta seu corpo quando os níveis de dióxido de carbono estão muito altos, permitindo assim que você expire a taxa correta. Além disso, o seu corpo tem receptores que informam sobre o quão cheios seus pulmões estão, para que seu cérebro saiba a quantidade de ar que precisa colocar para dentro do corpo.

7. Zona de disparo do quimiorreceptor emético

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Responsável por se comunicar com drogas ou hormônios transportados pelo corpo através da corrente sanguínea, este é o sentido que diz ao seu corpo quando algo não está bem e é necessário vomitar. Um dano nesta habilidade pode levar a incontroláveis vômitos, ou, por vezes, a uma perda completa da capacidade de vomitar. Tal dano geralmente ocorre como o resultado de um acidente vascular cerebral (derrame).

6. Senso magnético

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Você sabia que o seu corpo pode, potencialmente, descobrir a direção, com base em seu sentido de campos magnéticos da Terra? Embora ainda haja algum debate a respeito de como somos capazes de usar este senso corretamente, seria, obviamente, bastante útil para fins de navegação, se formos capazes de aproveitá-lo. Algumas pessoas parecem ter um senso de direção mais aguçado, como se o nível que receptores magnéticos fosse mais avançado. Estas pessoas localizam-se a norte ou sul instantaneamente, sem a necessidade do uso de bússola.

Este sentimento é mais comum e mais pronunciado entre outros animais, como abelhas, pássaros e até vacas.

5. Senso vestibular

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É mais comumente conhecido como “senso de equilíbrio”. É regulado pelo seu ouvido interno, que é a parte do sistema envolvido na audição, e considerado uma sensação completamente separada. Comumente, este senso pode ser impedido de funcionar se o corpo tiver ingerido uma grande quantidade de álcool.

4. Coceira

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Embora possa parecer mais um incômodo do que uma ferramenta útil, uma coceira não deixa de ser importante, pois envia uma mensagem para o seu corpo de que algo não está totalmente certo com alguma parte de sua pele. Às vezes, pode ser apenas o fato de estar seca ou pode haver insetos microscópicos à espreita em seus folículos pilosos, que precisam ser removidos através da coceira. Uma coceira é, basicamente, um sinal do seu corpo para seu cérebro de que você precisa dar uma olhada na área afetada, e descobrir o que está acontecendo.

3. Nocicepção

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Nocicepção é o sentido que permite que você sinta dor. Alguns sugerem que ela deve ser considerada em conjunto com o tato – mas os dois muitas vezes são combinados, e a dor ainda é uma sensação completamente diferente. Não só isso, mas alguns pesquisadores acreditam que a dor deve ser dividida cientificamente em três sentidos distintos, cada um relacionado a um tipo diferente de dor: dor localizada na pele, dor envolvendo os ossos, e dor sentida nos próprios órgãos.

2. Passagem de tempo

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A maioria de nós tem uma boa percepção do tempo, e as pessoas mais jovens são especialmente precisas nisso. Parte deste sentido é governado pelo núcleo supraquiasmático, o qual controla os ritmos circadianos. Embora a nossa capacidade de perceber a passagem do tempo seja muito útil, algumas vezes nos enganamos, como ocorre como todos os sentidos. Não houve um dia em que você sentiu que o tempo passou mais devagar ou mais rápido do que ele realmente é?

1. Propriocepção

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A propriocepção é essencialmente o sentido de localização corporal, de saber onde seus braços e pernas estão em relação ao resto do seu corpo. Isto é o que a polícia faz em testes de sobriedade, pedindo para você tentar fazer coisas como tocar o nariz com o dedo. Não são raros os casos, ainda em grande parte um mistério para os médicos, em que as pessoas perdem o seu sentido de propriocepção. Se isso acontecer, as mais simples e comuns tarefas, como abrir uma porta, pegar um copo ou usar um lápis tornam-se muito difíceis. Essas pessoas têm que observar cuidadosamente cada movimento de seus membros, a fim de usá-los com sucesso.

 

FONTE [ListVerse]

10 seres vivos que apresentam comportamentos homossexuais…

Além dos Seres Humanos, outros seres vivos também apresentam comportamentos homossexuais. Durante muito tempo, os biólogos fizeram de conta que não estavam vendo. Agora, não dá mais para esconder: o comportamento homossexual é bastante comum na natureza, e não é restrito a mamíferos; aves e insetos também o apresentam. Mais além, não se tratam de relações fortuitas – alguns animais realmente formam casais homossexuais que passam juntos a vida toda, chegando a criar filhotes às vezes doados por casais heterossexuais, às vezes resultado de uma “escapada” de uma das fêmeas. Veja apenas alguns exemplos de animais que praticam a homossexualidade:

10. Carneiros

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Às vezes contamos carneirinhos para dormir, mas as tendências naturais dos carneiros têm tirado o sono dos cientistas. Os carneiros domésticos estão, estatisticamente, entre os mamíferos mais gays que existem. Estudos científicos mostraram que a proporção de carneiros machos que formam pares de machos e nunca mais tem contato com fêmeas chega a incríveis 8%.

Os casais do mesmo sexo não reproduzem, mas agem como um par em todos os outros aspectos de suas vidas. Os rebanhos homossexuais se destacam como um exemplo do status do relacionamento diversificado entre os animais, mas não fazem muito sucesso com os fazendeiros, que estão interessados em conseguir o maior número de filhotes possível.

9. Albatrozes de Laysan

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Em 2007, cientistas que estavam estudando os albatrozes de laysan de Oahu notaram que 60% das aves eram fêmeas, e que 31% de todos os pares eram de fêmeas lésbicas. Estes pares de pássaros fêmeas exibem todo o comportamento de um casal, fazem ninhos, dão “beijo de bico”, e uma variedade de outras atitudes reprodutivas.

Os albatrozes de laysan são normalmente bastante defensivos quando percebem invasores, o que indica que a aceitação de outra fêmea é uma formação de casal verdadeira. Os pares de mesmo sexo podem durar tanto quanto tempo quanto os pares tradicionais – em um caso observado, chegou a 19 anos. Na Nova Zelândia, um par do mesmo sexo de albatrozes reais, que são maiores, foi visto cuidando de um ninho, o que sugere que este comportamento é comum.

8. Golfinhos nariz-de-garrafa

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Em termos de inteligência, os golfinhos estão entre a nata dos animais. Em capacidades cognitivas e sociais, eles são comparáveis aos chipanzés e humanos. Dentro das sociedades dos golfinhos também existe grande diversidade, e numerosas relações do mesmo sexo já foram identificadas.

Em um caso inacreditável, um par de golfinhos gays mantiveram um relacionamento por 17 anos, e pesquisadores identificaram um bando inteiro de golfinhos composto apenas de machos. Ficou claro que os relacionamentos entre os golfinhos são fortes, não importando a orientação sexual dos mamíferos marinhos envolvidos. Também foram identificados golfinhos bissexuais, que mantinham contatos apaixonados com membros do mesmo sexo e do sexo oposto.

7. Bonobos

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Os bonobos, que se parecem com chipanzés, não estão apenas entre os animais mais inteligentes, mas também são os nossos “parentes” mais próximos. Estes macacos, que vivem em colônias altamente sociais, são mais gentis quando comparados com seus parentes mais violentos, os chipanzés, e são famosos por usar uma linguagem de amor, em vez de uma linguagem de agressão, para resolver problemas e se comunicar.

Muitos dos conflitos acontecem entre dois machos ou entre duas fêmeas, o que indica que relacionamentos homossexuais acontecem com frequência entre estes primatas. Encontros sexuais servem para melhorar o status social das fêmeas, mas também acontecem entre machos, mais frequentemente em um contexto de “lutinhas”.

6. Galo-da-serra peruano

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Os galos-da-serra peruanos são fantásticas aves canoras com uma aparência dramática, combinando uma cor laranja brilhante com uma enorme crista. Cerca de 50% dos machos da espécie praticam sexo homossexual.

Diferente das aves que vimos antes, somente os machos desta espécie procuram encontros homossexuais. É possível que o comportamento gay seja resultado de uma densidade populacional alta, e uma competição enorme pelas fêmeas. Os encontros homossexuais satisfazem o desejo da ave de expressar sua promiscuidade e copular, e assim acaba também aumentando a estabilidade social entre estes pássaros, que normalmente são nervosos.

5. Leões africanos

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Os leões africanos são normalmente símbolos de liderança tradicionais, principalmente em sociedades patriarcais que envolvem haréns de fêmeas. Entretanto, uma certa porcentagem de leões africanos machos abandonam as fêmeas disponíveis para formar seus próprios grupos homossexuais.

Leões machos já foram documentados montando outros machos e se envolvendo em uma variedade de comportamentos que normalmente são reservados a casais de animais do tipo macho-fêmea. Apesar de muitas sociedades animais serem estruturadas de forma a favorecer casais do mesmo sexo, a razão para as associações entre leões machos é desconhecida. Os leões são os felinos com o maior desejo sexual, o que pode significar que estes encontros sejam mais “significativos” que as interações homossexuais entre carneiros ou aves.

4. Aves aquáticas e pinguins

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O comportamento homossexual já foi documentado na natureza entre cisnes negros australianos, que às vezes formam trios, envolvendo dois machos que estabelecem um local para nidificar. Incrivelmente, os arranjos que envolvem dois machos acabam tendo mais sucesso na criação de filhotes, devido a sua efetividade em defender o local do ninho de predadores.

Ainda falando de aves, dois pinguins machos viraram manchete depois de formarem um casal em um zoológico, e receberem um ovo que acabaram criando com sucesso. Antes de receberem seu próprio ovo, o casal de pinguins gays tentou roubar ovos de casais de pinguins heterossexuais.

Os ornitologistas que estudam o fenômeno notam que, em geral, pares de aves machos se formam entre espécies canoras mais promíscuas, enquanto pares de fêmeas se formam em espécies monógamas. Apesar deste comportamento ser normal em algumas espécies, a pesquisa científica indica que um aumento nas taxas de casais do mesmo sexo entre os íbis sul-americanos pode ser o resultado de intoxicação por mercúrio, resultante de minerações, que estaria alterando seus hormônios sexuais.

3. Gaivotas ocidentais

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As gaivotas ocidentais se parecem com os albatrozes de laysan, mas são mais aparentados com os papagaios do mar. A evolução convergente deu a elas uma semelhança com os enormes albatrozes, e também um sistema de procriação semelhante, novamente envolvendo duas fêmeas.

Expedições científicas realizadas às Ilhas do Canal da Califórnia (EUA) revelaram que não menos de que 14% dos casais de gaivotas eram de fêmeas. A diversidade nas colônias foi notada primeiro quando alguns ninhos foram encontrados com quantidades maiores de ovos. E alguns ovos estavam até fertilizados, devido a algumas “escapadas” com gaivotas macho.

2. Girafas

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Jovens girafas machos, antes de terem algum contato sexual com uma fêmea, às vezes têm alguns encontros homossexuais e alianças temporárias. As atividades dos casais gays incluem beijo de língua, massagem de pescoço e “abraços”, bom como contato corporal total e aninhamento.

Acredita-se que o objetivo dos contatos com elementos do mesmo sexo é desenvolver alguma familiaridade com as técnicas de acasalamento antes de usá-las com uma girafa fêmea. Na pequena comunidade que é um bando de girafas, parece que a ideia é chegar bem nas meninas logo de cara, e, para isto, eles treinam com meninos antes.

1. Libélulas

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É fato: insetos podem ser gays. As libélulas estão entre os predadores mais evoluídos do mundo dos insetos, e também estão entre os mais exibicionistas, fazendo balés voadores espetaculares, bem como encontros sensuais com outras libélulas.

Mas a presença do sexo oposto nem sempre é um pré-requisito para o namoro das libélulas. Investigações revelaram uma frequência surpreendentemente alta de encontros entre libélulas do mesmo sexo. A compreensão do motivo destes encontros entre invertebrados é um desafio, e até hoje são pouco compreendidos. A química ambiental e a falta de disponibilidade de parceiros podem ser fatores que influenciam o comportamento.

 

FONTE [Hypescience] [Listverse]

GERMINAR à favor do meio-ambiente…

A ONG Germinar é uma instituição sem fins lucrativos criada em 2005 com o objetivo da divulgação de informações e ações ambientais que visem à sustentabilidade e a gestão adequada dos recursos naturais.

Tem como missão promover o desenvolvimento de ações com enfoque sócio educativo, centrado na educação ambiental e educação para valores, objetivando a criação de vínculos pessoais, sociais e familiares, considerando a criança e o adolescente enquanto agente transformador, propiciar às crianças e adolescentes um maior entendimento sobre o meio ambiente, destacando a relação entre homem e natureza através da capacidade humana de interferências tanto degradadoras quanto regeneradoras e apoiar o Poder Público em laudos e perícias técnicas para elucidação de questões ambientais duvidosas.

A ONG Germinar é composta por biólogos, gestores ambientais, historiadores entre outros, formando uma equipe multidisciplinar.

Dentro de suas atuações, destacam-se a elaboração de Laudos de Fauna Silvestre para a Policia Ambiental, avaliação de produtos rotulados como ecológicos para certificação e propositura de projetos e ações ambientais para apoio ao município e o Estado. Todos os trabalhos são voluntários.

Como proposta para a melhoria da qualidade ambiental de Bebedouro, a ONG elaborou um projeto de implantação de um corredor ecológico unindo o Horto Florestal e o Parque Ecológico, numa área de aproximadamente 4,5 km de extensão.

7 bons motivos para beber café…

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Se você adora café, vai gostar dessa lista. Se você não gosta (ou simplesmente não toma, por alguma outra razão), talvez mude de ideia em relação a uma das bebidas mais consumidas do mundo. Confira:

7. Café pode deixar você mais inteligente

Muita gente leva algum tempo para “pegar no tranco” logo depois de acordar, e a cafeína (ingrediente ativo do café) pode ajudar no processo: ela bloqueia os efeitos inibitórios do neurotransmissor adenosina e, com isso, aumenta a atividade dos neurônios e a liberação de outros neurotransmissores, como a dopamina (importante para a transmissão de impulsos nervosos) e a noradrenalina (que pode elevar sua capacidade de atenção).

Diversos estudos mostram que a cafeína pode melhorar o humor, diminuir o tempo de reação, melhorar a memória e as funções cognitivas em geral.

6. Café pode ajudar você a queimar gordura

Outro efeito da cafeína é a aceleração do metabolismo e a elevação do uso de ácidos graxos presentes nos tecidos gordurosos. Além disso, como é uma substância estimulante, pode melhorar a performance da pessoa em exercícios físicos.

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5. Café pode reduzir seu risco de desenvolver diabetes tipo 2

Esse tipo de diabetes afeta cerca de 300 milhões de pessoas no mundo e faz com que o doente tenha níveis elevados de glicose no sangue, o que pode levar a uma série de complicações.

Em diversos estudos de observação, pesquisadores concluíram que o consumo habitual de café pode reduzir as chances de se desenvolver diabetes tipo 2 (a redução vai de 23% a 67%, de acordo com as pesquisas).

Um estudo em particular, publicado no periódico JAMA International Medicine, avaliou dados de outros 18 (totalizando 457.922 participantes) e concluiu que cada xícara de café consumida diariamente reduzia em 7% o risco de se desenvolver esse tipo de diabetes.

4. Café pode reduzir suas chances de desenvolver doença de Alzheimer e de Parkinson

Diversas pesquisas mostram que o consumo diário de café (a depender da quantidade e de outros fatores, naturalmente) pode diminuir em 60% as chances de se desenvolver doença de Alzheimer e de 32% a 60% as chances de se desenvolver doença de Parkinson.

3. Café pode ajudar a preservar seu fígado

Essa é para os bebedores de plantão: tomar quatro xícaras de café por dia pode reduzir em 80% suas chances de desenvolver cirrose hepática (estágio em que grande parte do tecido do fígado está comprometida, normalmente devido a consumo excessivo e constante de álcool). O café também pode reduzir em 40% as chances de se desenvolver câncer no fígado.

2. Café pode diminuir suas chances de morrer

Ao reduzir as chances de desenvolver diabetes tipo 2 e outras doenças mencionadas acima, a bebida pode aumentar sua expectativa de vida.

1. Café possui nutrientes importantes

Pode não parecer, mas uma xícara de café contém, em média:

  • 6% do valor diário recomendado (VDR) de Vitamina B5;
  • 11% do VDR de Vitamina B2;
  • 2% do VDR de Vitamina B3 e Vitamina B1;
  • 3% do VDR de Potássio e Manganês;
  • Quantidade considerável de antioxidantes (que ajudam a preservar suas células).

Pode parecer pouco, mas se você toma duas ou mais xícaras por dia…

Evidentemente, essa lista de benefícios não é uma desculpa para exagerar no consumo de café (mais de 4 xícaras por dia), o que pode trazer complicações à sua saúde.

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FONTE [PopSci]

Curamos a primeira criança de AIDS?

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A boa notícia foi anunciada na Conferência sobre Retroviroses e Infecções Oportunísticas, em Atlanta (EUA). Um bebê nascido na área rural do Mississipi (EUA) foi curado da AIDS depois de ser tratado com um “regime agressivo de drogas” logo após o nascimento. O fato aconteceu há 2 anos e meio, e abre as portas para que milhares de bebês que nascem com AIDS sejam curados também. Se confirmado, será o segundo caso de cura da doença.

Nascido com AIDS

Muitas pesquisas evidenciam que tratar bebês nascidos de mães portadoras do HIV com drogas anti-retrovirais pode prevenir infecções. Há até mesmo uma combinação de drogas, chamada de Truvada, que foi aprovada para este objetivo em julho de 2012.

Entretanto, este não foi o caso do bebê em questão, que passou por cinco testes para HIV e teve resultado positivo em todos eles.

Os dois primeiros testes, feitos com intervalo de uma hora, indicavam 20.000 cópias do vírus por mililitro, o que é considerado baixo para um bebê. Entretanto, como os testes deram positivo logo após o nascimento, os médicos acreditam que a infecção aconteceu no útero, e não no nascimento.

Ataque precoce

Normalmente, o vírus infecta primeiro o sangue e depois migra para outros órgãos, escondendo-se em células infectadas, mas que não ficam doentes, e que servem para disparar novos surtos da doença. São os chamados repositórios virais, que tem frustrado tratamentos até hoje.

No caso desta criança recém-nascida, a médica tomou uma decisão incomum: administrar não apenas a Truvada, mas um regime triplo de drogas, que são usadas para tratar a infecção, e em dose maior.

A intenção da Dra. Hannah B. Gay, professora associada de pediatria, era iniciar o tratamento da doença imediatamente, antes mesmo dos resultados confirmarem a infecção. A administração das drogas começou 30 horas depois do nascimento.

Aos 18 meses de tratamento, por razões que não são claras, a mãe da criança parou de levá-la ao hospital, não comparecendo às consultas marcadas. Quando trouxe a criança novamente ao médico, aos 23 meses, apesar de ela não estar recebendo a medicação há 5 meses, os exames não detectaram qualquer carga viral.

Cura?

O caso é bastante polêmico, por que se trata de apenas um paciente. A Dra. Gay aponta que é importante testar o procedimento em outros bebês nascidos de mães portadoras de HIV, para ter a confirmação de sua eficácia.

Outros pesquisadores alertam também para o fato de que é preciso primeiro confirmar que a criança estava realmente infectada com o vírus.

Por fim, este tratamento tem pouca ou nenhuma relevância para pacientes adultos ou adolescentes que são diagnosticados bastante tempo depois da infecção inicial.

Mas é possível, neste caso, que a decisão da médica de iniciar um tratamento anti-retroviral agressivo menos de 31 horas depois do nascimento possa ter levado a sua cura – as drogas teriam atacado o vírus antes da formação dos assim chamados reservatórios virais.

A esperança é que, se confirmada a cura, este tratamento seja adotado em países pobres, onde muitas crianças nascem de mães portadoras de HIV.
FONTES [ScienceDaily, Forbes, WallStreet Journal,NY Times]

Açúcar é tóxico?

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A expressão “doce veneno” nunca fez tanto sentido quanto agora: estudo publicado recentemente no periódico PLoS ONE mostrou a força do vínculo entre o consumo excessivo de açúcar e a ocorrência de diabetes tipo 2.

Examinando dados da última década sobre a ocorrência da doença e a disponibilidade de açúcar em 175 países, os pesquisadores concluíram, ainda, que esse vínculo ocorre mesmo em pessoas não obesas (embora a obesidade também possa levar ao desenvolvimento de diabetes tipo 2).

“Você não poderia executar um estudo ‘no mundo real’ que fosse mais conclusivo do que esse”, garante o endocrinologista Rob Lustig, um dos autores da pesquisa.

A análise considerou diversas variáveis para confirmar a “culpa” do açúcar: renda, moradia (cidade ou campo), idade, obesidade, rotina de exercícios, consumo de outros alimentos e ingestão diária de calorias.

Dessa forma, a pesquisa satisfez os critérios para o que é considerada uma inferência médica causal, vinculando dosagem (quanto mais açúcar disponível, maior a ocorrência de diabetes); duração (se açúcar estiver disponível por mais tempo, a prevalência de diabetes aumenta); direcionamento (diabetes não apenas cresce com mais açúcar, também diminui com menos açúcar); e precedência (diabéticos não começam consumindo mais açúcar; pessoas que consomem mais açúcar têm mais chances de se tornar diabéticas).

 

FONTES [The New York Times, PLoS ONE, foto de Pink Sherbet Photography]

Zotrim: um fitoterápico com erva-mate e guaraná que emagrece?

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Será que o Zotrim (não confundir com o antibiótico que tem o mesmo nome) pode ser a resposta para o combate à obesidade?

O produto, citado em 2009 em artigos sobre emagrecedores e moderadores de apetite, chamava a atenção para alguns fatos interessantes: era o único que não apresentava nenhum efeito colateral, e o único que tinha estudos científicos amparando suas alegações de ajudar na perda de peso.

 

Fitoterápico com estudo científico

Em um estudo recente, 58 jovens mulheres com corpo entre saudável e com leve sobrepeso concordaram em tomar o fitoterápico antes das refeições, e tiveram a sua ingestão de calorias monitorada. Metade do grupo tomou placebo, como controle.

O resultado observado foi que quem tomou o fitoterápico ingeriu 112 calorias a menos, em média. Os resultados foram potencializados quando acrescentada a fibra inulin, resultando em uma ingestão de 200 calorias a menos.

Nenhuma das participantes relatou efeitos colaterais, como dores de cabeça, problemas para dormir, gases e diarreia, que geralmente aparecem nos usuários de redutores de apetite comuns.

Erva-mate, damiana e guaraná

Os resultados positivos observados em vários estudos levantam a dúvida: o que tem nas cápsulas do Zotrim? Trata-se de três fitoterápicos da flora da América do Sul e Central: erva-mate (o chimarrão dos gaúchos), guaraná e damiana.

A erva-mate é usada há bastante tempo pelos indígenas na região sul do continente sul-americano, e pelos nativos modernos da região, os gaúchos dos pampas brasileiro e argentino. Vários estudos confirmam os efeitos benéficos do chimarrão na saúde de quem bebe a infusão regularmente.

O guaraná é uma fruta típica da América do Sul, um energético poderoso que também tem o efeito de aumentar o consumo de calorias.

A damiana (Turnera diffusa) é um arbusto com flores cheirosas que lembra camomila, e tem, segundo alguns, efeito afrodisíaco.

A quantidade destes extratos vegetais em uma cápsula é: mate (27,5%), guaraná (23,3%) e damiana (9%), e suprimentos para um mês custam cerca de £ 21,95 (R$ 65,69).

 

Zotrim é para você?

Como trata-se de um fitoterápico que não apresenta efeitos colaterais em testes controlados, provavelmente o Zotrim pode ser tomado por qualquer um.

A posologia é de uma cápsula antes das refeições, mas como todo produto que promete ajudar a emagrecer, recomenda-se que uma mudança na dieta também seja feita, além da adoção de um programa de exercícios.

Para quem sente bastante fome e acaba se servindo mais do que seria aconselhável, o Zotrim pode ser uma forma efetiva de diminuir a ingestão de calorias, ajudando a controlar as porções comidas.

 

Preste atenção

Ingerir o extrato da planta não é o mesmo que ingerir a planta moída, como são vendidos muitos fitoterápicos no Brasil. Lembre-se que o estudo foi feito com um produto composto por estes extratos secos. O extrato concentrado em apenas uma cápsula pode corresponder a dezenas ou até centenas de cápsulas de planta moída, dependo da concentração.

Homens fingem orgasmo também…

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Se você achava que fingir orgasmo era uma exclusividade feminina, agora você pode tirar esse item da lista. Segundo uma nova pesquisa, os homens podem fingir o orgasmo também.

O estudo foi realizado por psicólogos da Universidade de Kansas, e pediu a 180 homens e 101 mulheres em idade universitária que respondessem perguntas sobre sua vida sexual. Cada participante teve de dizer se já fingiu ter um orgasmo. Para não deixar de fora aqueles que poderiam ter vergonha de admitir o fato, os participantes também responderam se haviam feito “algo semelhante” a fingir o orgasmo.

Os resultados mostraram que 25% dos homens e metade das mulheres já haviam fingido um orgasmo durante a atividade sexual. A maior motivação para fingir? Querer que o sexo acabasse sem ferir os sentimentos do seu parceiro.

Que a mulher fingia, não era novidade. Estudos anteriores já haviam mostrado consistentemente que entre metade e dois terços das mulheres fingem orgasmo em algum ponto da vida. Mas como é mais difícil para os homens falsificar uma ejaculação do que é para as mulheres fingir alguns gemidos, poucos pesquisadores se interessaram em estudar o lado masculino.

De todos os participantes do estudo, quase 100% tinham experimentado algum tipo de estimulação sexual com parceiros, seja manual ou oral. Pouco menos de 70% das mulheres e 85% dos homens já tinham feito sexo (interação pênis-vaginal).

A relação sexual acabou por ser um importante fator preditor para saber se alguém tinha fingido o orgasmo. Cerca de 10% dos homens e 19% das mulheres que haviam interagido sexualmente, mas não tinha feito sexo pênis-vaginal fingiram orgasmo, em comparação com 28% dos homens e 67% das mulheres que tinham tido relações sexuais pênis-vaginais.

As pessoas que fingiram tenderam a ser mais experientes sexualmente, e eram mais propensas a ter orgasmo em algum momento, seja através da masturbação ou sexo. O sexo pênis-vaginal também foi o tipo mais provável de sexo para provocar a qualidade do orgasmo. Daqueles que especificaram o tipo de sexo durante o qual fingiram um orgasmo, 86% dos homens e 82% das mulheres relataram o sexo pênis-vaginal.

A razão pode ser que as pessoas esperam o orgasmo durante o sexo. Vários homens no estudo relataram fingir um orgasmo porque não tinham outra forma de terminar uma relação sexual sem constrangimento. Terminar sem um orgasmo parecia ruim.

Para os homens, o motivo mais comum para fingir é que o orgasmo era improvável ou demoraria muito, e eles queriam que o sexo acabasse. Já as mulheres relataram que fingiam para evitar consequências negativas, como ferir os sentimentos do seu parceiro. Metade dos homens relatou a mesma motivação.

Segundo os pesquisadores, um dos grandes motivos para os participantes fingirem o orgasmo é a pressão. Ter um orgasmo durante a relação sexual, com a mulher tendo primeiro, é como um “script” a ser seguido por quem faz sexo.

Em alguns casos, as pessoas são tão apegadas a esse “script”, do que têm que acontecer durante o sexo, que deixam passar a oportunidade de ter um orgasmo de verdade a fim de fingir o orgasmo no “momento certo”. Por exemplo, 20% das mulheres fingiram orgasmo porque seus parceiros pareciam estar prestes a ter um.

Algumas das mulheres relataram que realmente poderiam ter um orgasmo, mas escolheram fingir um orgasmo no momento “certo” – antes ou durante o orgasmo do homem – ao invés de ter um orgasmo real no momento “errado”.

Esses roteiros sexuais colocam uma pressão indevida sobre ambos os sexos. Os pesquisadores afirmam que quando o sexo é uma performance, e tem metas de desempenho – ereção, relação sexual, orgasmo – é problemático. Segundo eles, o sucesso sexual deve ser redefinido como “qualquer coisa que faz você se sentir bem consigo mesmo e com o seu parceiro” e como “algo que melhora o seu relacionamento”. Se esse for o objetivo do sexo, as pessoas poderão comprovar que ele será uma experiência totalmente diferente.

FONTE [LiveScience]

Alergias podem ter ligação com o local de nascimento do bebê…

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Onde e como o bebê nasce pode afetar as suas chances de ter alergias e asma. Os pesquisadores descobriram que os bebês são mais propensos a abrigar um certo tipo de bactérias no intestino se eles nascerem no hospital e, especialmente, por cesariana. Os micróbios do intestino, por sua vez, foram ligados a chances de uma criança, mais tarde, ficar com alergias ou asma.

A intenção não é que as pessoas passem a ter filhos em casa indiscriminadamente. Mas é mais um tópico para adicionar a uma lista crescente de possíveis culpados por trás do recente aumento da asma e de alergias em crianças. O estudo incluiu cerca de 2.700 bebês que foram acompanhados até os sete anos de idade. Um mês após o nascimento, os pesquisadores testaram amostras fecais das crianças, procurando saber se seus intestinos estavam hospedando algumas espécies específicas de bactérias, como Escherichia coli Clostridium difficile.

Quando as crianças estavam mais velhas, a equipe pediu aos pais para informar a frequência com que os filhos ofegavam e precisavam de medicamentos para asma, e se eles tiveram uma erupção cutânea chamada eczema. As crianças também faziam exames de sangue para ver se tinham sinais de alergias alimentares ou a animais de estimação.

Os pesquisadores descobriram que C. difficile, um tipo de bactéria conhecida por se espalhar em hospitais, foi mais comumente vista nos intestinos dos bebês nascidos por cesariana. Cerca de 43% deles abrigavam C. difficile em suas fezes, comparado a 27% dos nascidos de parto normal no hospital e 19% dos nascidos em casa.

Embora os bebês que nasçam de parto normal obtenham a sua primeira bactéria de intestino a partir de suas mães – no canal de parto e através de outros contatos directos –, na cesariana os bebês são expostos pela primeira vez às bactérias pela pele de médicos e enfermeiras, ou por outros lugares da sala de parto.

E essa primeira exposição precoce a bactérias pode ter implicações mais tarde. Crianças que testaram positivo para C. difficile quando bebês, tinham duas vezes mais chances de ter asma com seis ou sete anos e também foram mais propensas a ter eczema ou alergia a algum alimento.

Ao todo, cerca de 7% das crianças tinham asma, cerca de 22% tinham os sinais de alerta de uma alergia alimentar e 12% tiveram eczema.

Micróbios do intestino são conhecidos por regular e influenciar aspectos importantes do funcionamento do sistema imunológico de todo o corpo. Um equilíbrio particular desses micróbios pode predispor crianças a certos tipos de asma e alergias – embora o estudo não possa provar que um causa o outro.

Outros pesquisadores afirmam que o recente estudo irá enquadrar-se na “hipótese da higiene”, que postula que as crianças têm mais alergias atualmente porque elas são muito limpas.

Ter um mix distorcido de bactérias intestinais no início da vida, ou na falta de uma gama de bactérias, diminui a estimulação precoce do sistema imunológico, o que poderia levar a algumas alergias mais tarde.

Os resultados são interessantes, mas ainda é um primeiro passo para poder ligar micróbios intestinais a alergias.

Ainda mais, não podemos concluir que esta bactéria específica (C. difficile) é a causa do aumento do risco de alergias e asma, já que a microbiota contém milhares de espécies diferentes e nós só conhecemos algumas delas.

Por enquanto, as conclusões não devem alarmar os pais e futuros pais. Dar à luz em casa pode sim gerar crianças alérgicas – e deve dar um trabalho!

FONTE [Reuters]

Conheça a novidade que faltava no mercado: a camisinha-viagra…

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Dois coelhos com uma cajadada só. Os médicos especialistas da empresa britânica de biotecnologia Futura Medical conseguiram desenvolver um produto que auxilia no tratamento da disfunção erétil e ainda incentiva o sexo seguro: trata-se da “camisinha-viagra”.

O preservativo está prestes a receber a aprovação regulatória na Europa Continental e no Reino Unido. A companhia farmacêutica Reckitt Benckiser Group tem esperanças de colocá-lo à venda dentro de um ano. Até lá, a empresa espera que, depois de mais estudos clínicos, o produto também obtenha aprovação para os consumidores dos EUA. Os médicos relatam que a teoria por trás da nova camisinha não apresenta nada de especial. Encontrar o ingrediente ativo foi fácil: os investigadores usaram um produto químico vasodilatador comumente utilizado para combater a angina – dor intensa e latejante no peito que ocorre quando o coração não recebe sangue o suficiente.

A parte mais dura foi descobrir como manter o gel com o ingrediente ativo dentro do preservativo de modo que o vasodilatador tocasse somente o pênis do usuário durante a relação sexual. No entanto, os pesquisadores conseguiram superar esse obstáculo e chegar a um produto viável. O empresário James Barder, representante da Futura nos Estados Unidos, explica a dificuldade encontrada. “O desafio é manter o líquido vasodilatador estável dentro do preservativo, ou seja, condicionar um gel que não cause prejudício à estrutura do produto. Algumas substâncias podem degradar o látex muito rapidamente”.

Dada a popularidade da pílula do Viagra, encontrado hoje nos mais diversificados estabelecimentos, a camisinha-viagra tem como objetivo conseguir igual penetração no mercado, valendo-se principalmente de sua função dupla. O novo preservativo ainda possui um atrativo a mais para incentivar relações sexuais sem o perigo da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs): os fabricantes afirmam que o produto não escorrega do pênis durante o sexo, um problema surpreendentemente comum relatado pelos homens.

FONTE [DailyTech]

 

 

14 formas erradas de usar a camisinha…

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Um artigo recente reviu 50 estudos sobre usos errados de camisinha. Proteja-se! Confira os erros comuns que prevaleceram:

  1. Aplicação tardia: entre 17 e 51,1% das pessoas afirmaram colocar a camisinha depois do começo do sexo. Outros estudos descobriram que isso acontece com 1,5 até 24,8% dos encontros sexuais.
  2. Remover antes: entre 13,6 e 44,7% dos indivíduos entrevistados tiraram a camisinha antes do sexo terminar. Outros estudos descobriram que isso acontece entre 1,4 a 26,8% dos casos.
  3. Desenrolar a camisinha antes de colocá-la: entre 2,1 e 25,3% das pessoas disseram desenrolar a camisinha antes de usá-la.
  4. Falta de espaço na ponta: não deixar o espaço necessário na ponta aconteceu em 24,3 a 45,7% das pessoas, dependendo do estudo.
  5. Não remover o ar: cerca de metade (48,1%) das mulheres e 41,6% dos homens comentaram casos em que o ar não foi retirado da ponta da camisinha.
  6. Camisinhas ao contrário: entre 4 e 30,4% das pessoas comentaram utilizar uma camisinha novamente, enrolando ela para o lado contrário.
  7. Não desenrolar completamente: 11,2% das mulheres e 8,8% dos homens começaram o sexo sem desenrolar completamente a camisinha.
  8. Exposição a objetos pontiagudos: entre 2,1 e 11,2% das pessoas usaram objetos afiados para abrir o pacote da camisinha.
  9. Não checar a camisinha: 82,7% das mulheres e 74,5% dos homens não checaram a camisinha antes de usá-la.
  10. Falta de lubrificação: entre 16 e 25,8% dos participantes usaram camisinha sem lubrificação.
  11. Lubrificantes errados: em cerca de 4,1% dos sexos, as pessoas usaram lubrificantes derivados do petróleo no látex, o que pode degradar a camisinha. Cerca de 3,2% das mulheres e 4,7% dos homens comentaram isso.
  12. Retirar incorretamente: retirar de maneira errada após a ejaculação foi comentado por 57% das pessoas, em um estudo. Cerca de 31% dos homens e 27% das mulheres comentaram isso.
  13. Usar a camisinha novamente: entre 1,4 e 3,3% dos participantes reutilizaram a camisinha pelo menos mais uma vez após o sexo.
  14. Guardar incorretamente: entre 3,3 e 19,1% dos participantes guardaram as camisinhas em condições fora da recomendação do pacote.

Enquanto o uso adequado da camisinha tem um percentual de segurança de 98% para evitar a gravidez, erros podem aumentar o risco dela estourar, vazar ou outros problemas. Aqui estão os números desses problemas:

  • Rasgar: em vários estudos, entre 0,8 e 40,7% dos participantes comentaram ter experimentado essas situação. Em alguns estudos, os níveis de sexo com uma camisinha estourada chegaram a 32,8%.
  • Escorregar: entre 13,1 e 19,3% dos participantes afirmaram que a camisinha havia escorregado.
  • Vazar: camisinhas vazaram em cerca de 0,4 a 6,5% dos encontros sexuais estudados, com 7,6% dos homens e 12,5% das mulheres comentando ter experimentado esse tipo de situação.

 

FONTE: [LiveScience]

Camisinha Origami é mais rápida para colocar e pode bloquear mais bactérias…

Diferentemente das demais camisinhas, a proposta da camisinha origami é ser eficiente ao encapar o seu brinquedo para uma noite de sexo segura e saudável. Lubrificada por dentro também, ela é feita de silicone torna-se mais confortável que a camisinha comum. Leia a reportagem e assista ao vídeo do teste clicando aqui.