Cantor Católico Miller Gomes Evangeliza com a Benção da Mãe

Miller Gomes e Imagem Nossa Senhora Aparecida – Foto: Divulgação – Renato Cipriano

“Tributo a Padroeira do Brasil” Miller Gomes Evangeliza através da música com a Benção da Mãe

Miller Gomes, é um cantor católico, compositor e escritor, que em agradecimento a todas as graças recebidas pela mãe “Nossa Senhora”, iniciou uma peregrinação as Paróquias da Diocese de Mogi das Cruzes e todos os estados levando a imagem de Nossa Senhora Aparecida, que possui 1,65 de altura, feita de fibra com resina, a qual possui 3 movimentos diferenciados de benção exclusivos, momento de evangelização que emociona os fieis, porque além do show, está realizando momentos de Adoração e Vigília de acordo com o Pároco e conforme a realidade de cada paróquia. Nesta peregrinação Miller também realiza um trabalho de divulgação de seu CD “Por Um Milagre”, que trás a sua trajetória de vitória e luta sobre a prevenção do câncer. Na vitória de seu fortalecimento da fé. 

“A Evangelização através da música é uma forma de expressão do meu grande amor a Nossa Senhora, a mãe que acolhe, que nos cura a ferida mais profunda, na minha missão de evangelizar e tendo sido convertido e atendi ao chamado de ser um cantor católico”, afirma Miller.
“Senti mais força, quando a sua Santidade o Papa Francisco no DISCURSO DO PAPA FRANCISCO AOS PARTICIPANTES NO CONGRESSO INTERNACIONAL DE MÚSICA SACRA destacou a importância do resgate da música e novas musicas dentro da nossa Igreja”, complementou o cantor.

A Nossa Senhora sempre fez de alguma forma uma presença viva na minha vida pessoal, mas precisei passar vinte anos para viver, este chamado pleno. Podemos realmente dizer que a mãe nunca desiste ou abandona seu filho, sempre presente de várias formas, precisei sentir a dor para senti-la perto de mim.

Nesta caminhada de evangelização hoje estou na Comissão Organizadora do Festival Melhor Pra Jesus, realizado pela Diocese de Mogi das Cruzes, um projeto que nasceu da união de uma ideia e desejo do Centro Diocesano de Pastoral da Diocese de Mogi das Cruzes, estarei transmitindo todo o Festival Melhor Pra Jesus no meu Canal do YOUTUBE “Conectado com você” e serei o apresentador do Festival Melhor Pra Jesus, e todas as informações são encontradas no site:  www.melhorprajesus.com.br

Que todos possam acompanhar meu trabalho e possam me ajudar a cada vez mais a propagar o amor de Maria, a prevenção ao câncer através das minhas redes sociais, através da aquisição do meu CD, futuramente do meu livro, e da minha contratação para comunidades, paróquias, faculdade e outros espaços com objetivos em comum; Prevenção da fé e da Vida.

contatos: www.produtoracasabranca.com.br/millergomes  /  E-mail.: contato@produtoracasabranca.com.br

Crédito das Fotos: Renato Cipriano / Divulgação

Miller Gomes e Papa Francisco no Vaticano

Advogado especialista em crimes digitais acredita que as redes sociais deveriam ter um controle do conteúdo publicado

Advogado especialista em crimes digitais acredita que as redes sociais deveriam ter um controle do conteúdo publicado
Para Newton Dias, se as plataformas digitais não são capazes de identificar os criminosos do jogo Baleia Azul antes deles vitimizarem, elas não deveriam existir
O jogo Baleia Azul está se espalhando mundo afora pelas redes sociais e causando preocupação em pais de adolescentes, alvo dos recrutadores do game macabro. Especula-se que mais de uma centena de suicídios na Rússia e até alguns casos no Brasil tenham ligação com este, que seria uma espécie de gincana com tarefas a serem cumpridas ao longo de 50 dias. As “missões” seriam orientadas por um curador, que verificaria se os resultados alcançados pelos jogadores são satisfatórios, e apresentariam graus de dificuldade variados: assistir a filmes de terror, acordar de madrugada, desenhar baleias na própria pele, subir em telhados e se automutilar. O 50º e último desafio seria o de tirar a própria vida.
Segundo o advogado especialista em crimes digitais, Newton Dias, Baleia Azul representa um momento de reflexão no âmbito digital e que as regras nesse ambiente precisam ser revistas.
“A Baleia Azul reflete claramente que precisamos rever nossas normas que estabelecem regras no mundo digital! Jogos que mexem com a cabeça de crianças e jovens não é novidade. Na minha adolescência existia o R.P.G, no qual muitos jovens começavam a viver a “realidade do tabuleiro “, mas aí está a grande diferença. O Núcleo de onde promanava as condutas era facilmente identificado. No caso da Baleia Azul é que existem vários núcleos que, com a celeridade da Internet, vai gerando vítimas numa proporção inversamente proporcional à velocidade das investigações. Segundo nossa legislação, Google, Facebook e Instagram são geradores de Conteúdo , por tanto, não são responsáveis DIRETAMENTE pela informação  gerada pelos seus usuários e sites. Alguns casos respingaram em questões como : “Não poderia o Facebook, Instagram ou Google terem um controle prévio sobre o conteúdo neles inseridos?” A primeira questão suscitada é da impossibilidade técnica disso acontecer segundo os referidos. O que na verdade eu chamo de ONEROSIDADE TÉCNICA já que existem plataformas de controle em países como a China, Índia, Coreia. Só que isso sairia caro, em virtude da necessidade da mão de obra a ser contratada, pondera o advogado.
Dias também acredita que a liberdade de expressão, que impede um controle do que é postado nas redes sociais, começou a invadir o direito à vida.
“A mais importante questão suscitada é a LIBERDADE DE EXPRESSÃO, onde tal postura de controle de conteúdo iria de encontro a um dos nossos pilares constitucionais. Então vem um raciocínio óbvio: Chegou um ponto onde a liberdade de expressão começa a invadir o maior de nosso direito : A VIDA ! Se as plataformas digitais não conseguem localizar A BALEIA AZUL antes dela vitimizar milhares de jovens pelo mundo, então elas não podem existir! É inadmissível nossos legisladores criarem um universo que propaga crimes e não termos capacidade e eficácia de localizarmos antes do dano causado. É a questão que deixo : A Internet pode ser maior que nossa constituição?”, pergunta Newton.
Credito da Foto:  Divulgação / Black Empreendimentos

Pedagoga Monica Lopes, fala sobre o conceito de Psicomotricidade

A Educação Infantil é de extrema importância para o desenvolvimento intelectual da criança e para isso, vários aspectos que envolvem a Psicomotricidade devem ser considerados.

Para a pedagoga e mantenedora do Colégio Nova Visão, Monica Lopes de Oliveira, a psicomotricidade é um processo de maturação do corpo, a origem das aquisições cognitivas afetivas e orgânicas sendo sustentada por três conhecimentos básicos: o movimento, o intelecto e o afeto.

Nessa ciência o corpo é visto como um ponto de referência e o seu interesse como o principal objeto do estudo. As alterações corporais se baseiam em pesquisas bibliográficas e exploratórias que tem por objetivo o fortalecimento motor da criança.

Segundo a pedagoga Monica para que a ação seja bem sucedida deve-se adequar e respeitar a etapa de desenvolvimento individual de cada criança, para que ela conquiste à percepção de si mesma e a relação que pode ter com o espaço físico e humano que a rodeia. “No Colégio Nova Visão, incentivamos os bebês de zero a 36 meses a se familiarizarem com a imagem do próprio corpo, explorando as possibilidades de gestos e ritmos corporais para expressar-se nas brincadeiras e nas demais situações de interação, incentivando a aprenderem a se deslocar com destreza progressiva no espaço ao andar, correr e pular, tornando-os confiantes em suas próprias capacidades motoras e explorando desta forma, as possibilidades dos movimentos de preensão, encaixe, lançamento, para o uso de objetos diversos”.

Sobre

O Colégio Nova Visão, bairro da Casa Verde – São Paulo, SP, nasceu em 2014, a partir do sonho das mantenedoras Marlene de Arruda Oliveira e Monica Lopes de Oliveira (mãe e filha) de educar com qualidade propiciando a construção do conhecimento aos alunos para que possam atuar na sociedade como cidadãos éticos, solidários e participativos.

As mantenedoras apresentam suas vidas dedicadas à educação e formação de pessoas; são Pedagogas, Professoras de Graduação e Pós graduação dos Cursos de Pedagogia e Gestão Escolar. Elas acreditam que a vida oferece oportunidade a todos, sendo a formação é que faz a diferença e transforma a sociedade.

A excelência das ações do Colégio Nova Visão está fundamentada em valores e ideais que exaltam a autoria, a autonomia, a responsabilidade social, o respeito às diferenças individuais e a prática da cidadania.

Fonte: Cintia Rubio / RBML – Comunicação Integrada

ARTIGO: Mais água, menos guerra

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Embora já tenha trazido, há alguns anos, em meus livros, artigos e palestras, exemplos citados pela mídia acerca da tragédia da guerra pela água — lutas sangrentas que se arrastam pelo globo terrestre por séculos —, é válido reproduzir o que disse o professor de Economia Jeffrey Sachs ao jornal The Guardian, em 26 de abril de 2009, e que publiquei em minha mais recente obra, Jesus, a Dor e a Origem de Sua Autoridade.

No texto, intitulado “Stemming the water wars” (Guerras hídricas), o diretor do Instituto Terra, da Universidade de Columbia, relata: “Muitos conflitos são provocados ou inflamados por escassez de água. Conflitos — do Chade a Darfur, ao Sudão, ao deserto Ogaden, na Etiópia, à Somália e seus piratas, bem como no Iêmen, Iraque, Paquistão e Afeganistão — acontecem em um grande arco de terras áridas onde a escassez de água está provocando colapso de colheitas, morte de rebanhos, extrema pobreza e desespero”.

O conselheiro especial do secretário-geral da ONU para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio faz grave advertência ao narrar que governos perdem legitimidade perante as populações ao não ser capazes de atender às necessidades mais básicas de sua gente. Ele conta que políticos, diplomatas e generais tratam dessas crises como se fossem problemas comuns no campo administrativo ou militar. No entanto, as medidas de arregimentar exércitos, organizar facções políticas, combater líderes guerreiros locais ou enfrentar extremismos religiosos não atingem o resultado de suprir as comunidades com água, alimento e meios de subsistência — que são demandas urgentes —, pois o desafio estrutural não é resolvido. O economista norte-americano ainda avisa: “(…) Os problemas da água não evaporarão por si mesmos. Pelo contrário, se agravarão, a menos que nós, como comunidade mundial, implementemos uma reação. Uma série de estudos recentes mostra quão frágil é o equilíbrio hídrico para muitas regiões pobres e instáveis do mundo”.

Eis o sério alerta do professor Sachs. É mais que inadiável o empenho conjunto em torno da resolução de problemas como esse, conforme observamos ocorrer no Estado de São Paulo, Brasil. A água é um bem básico, sem o qual não pode existir vida. A sua justa distribuição precisa estar acima de interesses político-religiosos, econômicos e militares. Só uma mobilização internacional pode pôr fim ao drama vivido pelos nossos Irmãos em humanidade e, daqui a pouco, por nós próprios.

Convém contritamente pedirmos o auxílio de Deus, do Cristo e do Espírito Santo na tomada de decisões a fim de que, com maior eficácia, encaminhemos providências corretas, de modo que alcancemos bom desfecho para tão grave problema, que assola multidões. Com muito acerto, o saudoso fundador da Legião da Boa Vontade, Alziro Zarur (1914-1979), ensinou que “o segredo do governo dos povos é unir a Humanidade da Terra à Humanidade do Céu [Espiritual Elevado].

Isto é, precisamos ouvir os componentes do Mundo (ainda) Invisível, por meio da prece, da invocação direta, da meditação ou da intuição.

 José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

ARTIGO: Os cães nos ouvem e entende o que falamos

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Uma pesquisa revela que os cães tendem a reagir a aspectos específicos da fala humana. Pois ao ouvirem comando de voz familiar em que os elementos significativos das palavras são mais óbvios, o processamento se dá com maior eficácia do lado esquerdo do cérebro. Quando a entonação ou as pistas vocais foram exageradas, os cães mostraram uma tendência maior e acionaram o hemisfério direito. Os pesquisadores constataram que os elementos da fala no cérebro dos cães se dividem em dois hemisférios, esquerdo e direito, muito parecido ao que ocorre no cérebro humano (Discovery Channel). Portanto, se você tem o costume de conversar com o seu amigo fiel, não pense estar falando sozinho, ele está atento à sua fala, mesmo não entendendo tudo o que falamos, esforça-se para nos compreender.

(APROAM)

ARTIGO: Síndrome de Down

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A Secretaria de Direitos Humanos, em 21 de novembro de 2011, informou em seu site (www.direitoshumanos.gov.br) que “a III Comissão da Assembleia-Geral das Nações Unidas (AGNU) adotou, por consenso, o projeto de resolução apresentado pelo Brasil, intitulado ‘World Down Syndrome Day’ (Dia Mundial da Síndrome de Down). A data será comemorada a partir de 2012. A ONU propôs que os Estados membros comemorassem com a adoção de medidas para promover maior conhecimento sobre a Síndrome de Down”.

A Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 5% da população de um país em tempo de paz apresenta algum tipo de deficiência intelectual. No Brasil, isso corresponde a quase 10 milhões de pessoas. Entre as mais conhecidas está a síndrome de Down.

 

Recomendações aos pais e educadores

Em entrevista ao programa Sociedade Solidária, da Boa Vontade TV (canal 20 da SKY), a terapeuta ocupacional Fabiana Alencar, especialista no assunto, abordou algumas recomendações aos pais e educadores no trato com crianças portadoras de deficiência intelectual.

“Por natureza, a criança com síndrome de Down tem um processo de desenvolvimento mais lento. Contudo, se houver uma intervenção precoce, com o imprescindível apoio da família, ela vai longe. Hoje é muito comum ver pessoas com síndrome de Down trabalhando e, até mesmo, se casando”, esclareceu ela.

Porém, faz uma ressalva: apesar dos avanços, o portador da deficiência necessitará, durante toda a vida, de alguns cuidados especiais. “Até por conta do comprometimento intelectual, da dificuldade em compreender as regras sociais. Entretanto, é uma pessoa que pode (tendo uma supervisão) morar numa residência apoiada. É importante trabalhar essas crianças vislumbrando que, no futuro, elas possam fazer sua própria comida, cuidar das suas roupas, lidar com dinheiro, mas é preciso ensiná-las e supervisioná-las sempre”, pontuou a terapeuta.

É notório o amadurecimento da sociedade com relação aos direitos e desenvolvimento de pessoas com deficiência. As escolas especiais ainda existem, mas as regulares já disponibilizam vagas para crianças com deficiência intelectual. “Trabalhei numa instituição de educação especial, e era impressionante. Tínhamos adultos de 20, 30 anos, que passaram a vida inteira nela, porque não tinham outra oportunidade. Hoje se vislumbram algumas coisas diferentes para essa geração de pessoas com síndrome de Down, que para as outras não eram tão comuns. Nos dias atuais, a criança com deficiência está na escola para, quando ela se formar, poder, por exemplo, trabalhar. Já temos pessoas com síndrome de Down que conseguiram entrar para a faculdade”, conta Fabiana.

Sobre os desafios da integração dessas crianças no universo escolar, explicou que “elas, desde muito cedo, em geral, fazem acompanhamento com fisioterapeuta, fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional. Uma vez ingressando na escola, já vão ter um arcabouço de vivências, de conceitos e de conhecimento; porém, quando o processo começa a se desenvolver, é muito importante o trabalho terapêutico com a escola”. E esclareceu: “A gente procura trabalhar sempre, por exemplo, a repetição; para essas crianças, a repetição é muito importante. Muitas vezes o material que elas vão usar é diferente do dos coleguinhas, mas elas precisam disso, e a escola tem que ter disponibilidade de mudar, de tentar outros caminhos. Às vezes, algumas professoras falam: ‘Ah, mas eu nunca tive experiência com isso, não tenho formação para isso’. A formação, lógico, é importante! Mas também é valiosíssimo ter disposição de mudar”. Meus agradecimentos à terapeuta ocupacional Fabiana Alencar. O tema nos remete ao respeito às diferenças, passo primacial para o surgimento da tão sonhada sociedade solidária, altruística e ecumênica.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor

Web, educação e poder

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Não é novidade que a internet se tornou ferramenta indispensável em nossa rotina. Ao acessá-la, vêm abaixo fronteiras antes intransponíveis para a maioria dos cidadãos. Contudo, tenho alertado — também para o bom uso do meio cibernético — que educação é poder. Sem o devido ensino, aliado à espiritualidade ecumênica, o manuseio desse influente recurso pode ser desastroso.

A dra. Lilian Castelani, especialista em Direito Eletrônico e Processo do Trabalho, em São Paulo/SP, fez há poucos dias um comentário de recorrente interesse das famílias:

“O principal perigo no mundo virtual é a exposição exacerbada. As pessoas não estão preparadas para usar a internet. Elas têm que ter maior responsabilidade pelo que vão publicar, principalmente nas redes sociais, nas quais a gente expõe as ideias, os nossos familiares, a nossa imagem. É importante adequar aquilo que deve, de fato, ser passado para a frente, porque, colocado na internet, está para o mundo. Dissemina-se muito rápido a informação, e ela hoje é muito valiosa”.

Recomenda a dra. Lilian: “Seja nas redes sociais ou quando você vai comprar um serviço qualquer na internet, é preciso avaliar se o site é idôneo, se os termos de uso estão de acordo com aquilo que você acha certo. Tomar esses pequenos cuidados é primordial para uma boa segurança da sua privacidade. Senão você será vítima de ilícito por culpa própria”.

O respeito ao próximo foi também ressaltado pela advogada: “É muito importante saber se o que você está colocando na internet vai magoar um terceiro, se será realmente útil para alguém ou até para si mesmo”.

Atenção agora, jovens, ao que disse a dra. Lilian: “Às vezes, as pessoas postam fotos íntimas e não sabem a repercussão que isso vai dar na internet. Com um clique, isso se dissemina para milhões de pessoas, é imensurável para quantas outras daí em diante. E para tirar da internet é muito difícil! A gente consegue a retirada do ar de ilícitos, mas de coisas que você mesmo coloca é complicado, e daí você está exposto ao cyberbullying, a humilhações. É preciso cautela ainda ao expor opiniões muito polêmicas. Então, tem que tomar esses cuidados na hora de colocar a cara na internet”.

O sociólogo Daniel Guimarães, do programa “Sociedade Solidária”, da Boa Vontade TV, expôs à dra. Lilian este quadro: “As crianças e os adolescentes são usuários ávidos dessas tecnologias. É comum as dominarem mais do que os próprios pais e, em geral, não têm tanta maturidade para compreender a questão dos limites”.

A orientação da especialista em Direito Eletrônico é que “os pais devem estar atentos à rotina da criança. Por exemplo, não deixar computador de maior uso em ambientes fechados, deixar em locais de maior circulação. Tudo bem que é difícil; hoje há os smartphones, os tablets. Mas a atenção do pai tem que ser sempre maior, observar o comportamento da criança, conversar com ela. Acho que proibir é tirá-la da sociedade hoje, porque ela está inclusa nesse meio social do virtual. Então, pelo bate-papo, deixar mais próximos pais e filhos. Entender que, às vezes, um ato do filho pode responsabilizar o pai de um crime, porque ele é responsável pelo filho. O pai não pode chegar em casa cansado e dormir. Não! Vamos saber como foi o dia e ver se o filho está mais chateado ou não. Acho que essa conversa em família é que dá maior responsabilidade”.

Para a dra. Lilian, “a palavra de ordem é educação”. Esse é o caminho para se prevenir dos crimes, que, segundo ela, “estão aí, são os mesmos, os meios é que são alterados. E hoje a gente está com uma ferramenta digital que dá uma disseminação para os crimes muito maior. Educar-se para mexer com internet é a grande segurança. Dar-se privacidade, tomar cuidado com o que expõe são as medidas mais coerentes para trafegar nesse mundo”.

Grato, dra. Lilian Castelani, pelos esclarecimentos de grande utilidade social.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor

ARTIGO: A dor não é um fatalismo

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Infelizmente, até os dias que correm, costumamos, em geral, nos lembrar de Deus quando sérios problemas batem à porta da nossa vida. É o que mais se vê. No entanto, a despeito disso, Ele se manifesta com Seu Amor a todos os Seus filhos, independentemente de crenças ou descrenças, em suas várias gradações. É só observar os modelos notáveis de Fé, de superação da Dor, por toda a jornada humana.

E mais: a Promessa Dele acerca do fim da Dor punitiva — que só existe por consequência das más ações do ser humano —, encontramo-la no Apocalipse de Jesus, 21:3 a 5, de acordo com a narrativa do Profeta de Patmos, João Evangelista:

“3 Então, ouvi grande voz vinda do trono [na Nova Jerusalém], dizendo: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão Seu povo, e o próprio Deus, no meio deles, será o seu Deus.

“4 E lhes enxugará dos olhos toda lágrima; não haverá mais morte, não haverá mais luto, não haverá mais pranto, nem gritos, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.

“5 Então, Aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras”.

Como se vê, o Apocalipse de Jesus é principalmente um anunciador de alegrias. Seres humanos inclinados a só enxergar tristezas são os que o andam, pelos milênios, caluniando. Quanto às notícias referentes a punições e dores, elas foram semeadas por nós. Façamos, pois, a todo momento, as melhores semeaduras! Eis o recado do Profeta , desde o Antigo Testamento da Bíblia Sagrada, 34:11:

“— Pois Deus retribui ao homem segundo as suas [próprias] obras (…)”.

E também em Salmos, 37:4:

“— Regozija-te no Senhor, e Ele concederá o que deseja o teu coração”.

Não são de hoje, portanto, os alertamentos.

E vejam mais o que o Pai Celestial revela, agora por intermédio do Profeta Isaías, no Antigo Testamento, 65:17 a 19:

“17 Porque eis que Eu crio novos céus e nova terra; e não haverá mais lembrança das coisas passadas nem mais se recordarão.

“18 Mas vós festejareis e exultareis perpetuamente no que Eu crio; porque eis que instituo para Jerusalém uma alegria e, para o seu povo, regozijo.

“19 E exultarei em Jerusalém, e me alegrarei no meu povo; e nunca mais se ouvirá nela voz de choro nem de clamor”.

Quando isso ocorrerá? As Profecias se cumprem no Tempo de Deus, cuja contagem difere do calendário humano. Mas cada um pode apressar ou não a vivência dessa época bem-aventurada de acordo com seu empenho pessoal em construí-la.

O eminente educador, político, jornalista e médium brasileiro Eurípedes Barsanulfo (1880-1918), em mensagem espiritual transmitida pelo sensitivo legionário Chico Periotto, realçou a necessidade de não nos apegarmos ao sofrimento, e sim encararmos os desafios, desvencilhando-nos deles e perseverando na construção de tempos mais auspiciosos:

“— Tropeços e percalços que atravancaram a nossa felicidade, não obstante as chagas que nos impõem a dor, descarreguemo-los como um para-raios no chão que nos abriga, pois surgem novos tempos de amor e alegria”.

A Dor não é um fatalismo na vida humana. Nós é que a criamos. Paremos um pouco para pensar e reconheçamos essa realidade. Se fizermos por merecer, o que nos espera é o melhor possível.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor

ARTIGO: Câncer de Mama

O Dia Mundial Contra o Câncer e o Dia Nacional da Mamografia, datados respectivamente em 4 e 5/2, chamam-nos a refletir constantemente sobre um mal que acomete cada vez mais pessoas.

Reportagem feita em 2012 por Sabrina Craide, da Agência Brasil, informa que “o câncer de mama é o segundo tipo mais frequente da doença no mundo (atrás do câncer de pulmão) e deverá ter aproximadamente 52,7 mil novos casos no país este ano, de acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca)”.

Conforme ressalta o Inca, “o exame clínico da mama deve ser feito uma vez por ano pelas mulheres entre 40 e 49 anos. E a mamografia deve ser realizada a cada dois anos por mulheres entre 50 e 69 anos, ou segundo recomendação médica”. E mais: “Embora a hereditariedade seja responsável por apenas 10% do total de casos, mulheres com história familiar de câncer de mama, especialmente se uma ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmãs) foram acometidas antes dos 50 anos, apresentam maior risco de desenvolver a doença. Esse grupo deve ser acompanhado por médico a partir dos 35 anos (…)”.

Quando detectado nos estágios iniciais, as chances de cura são de aproximadamente 95%. Contudo, aponta Ricardo Caponero, diretor técnico-científico da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), “ainda falta conscientização das mulheres para a importância da realização periódica da mamografia. (…) Apenas 30% das mulheres fazem o exame”. Desde 2009, o exame tem cobertura gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS), direito assegurado pela Lei 11.664/2008. Em prol de sua saúde, as mulheres não podem abrir mão desse benefício.

Prevenção

Para melhor conhecimento de todos sobre o assunto, vale consultar o site do Inca (http://www.inca.gov.br). Vejam, por exemplo, algumas dicas de prevenção: “Evitar a obesidade, através de dieta equilibrada e prática regular de exercícios físicos, é uma recomendação básica para prevenir o câncer de mama, já que o excesso de peso aumenta o risco de desenvolver a doença. A ingestão de álcool, mesmo em quantidade moderada, é contraindicada, pois é fator de risco para esse tipo de tumor, assim como a exposição a radiações ionizantes [raios x, por exemplo] em idade inferior aos 35 anos”.

Não prescindamos igualmente de recorrer ao Amparo Celeste, que tem em Jesus, o Divino Médico, o abundante manancial da saúde almejada por todos.

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.

ARTIGO: O que fizemos da água?

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Volto a falar-lhes do gravíssimo problema da falta d’água, que persiste em invocar nossa meticulosa atenção, seguida de atitudes acertadas.

Na série de palestras que proferi no início dos anos 1990, a respeito do Apocalipse de Jesus, a fim de torná-lo mais acessível aos simples de coração, trouxe, por exemplo, ao debate a questão da possível guerra pela água em várias regiões do planeta, já àquela altura noticiada pela imprensa.

Com tristeza e preocupação, vivenciamos nos dias atuais, até mesmo em metrópoles brasileiras, o trágico fantasma da carência de água.

Além dos fatores climáticos, que, desde a Revolução Industrial, mais fortemente influenciamos de forma condenável, o que temos feito com esse precioso líquido, fator básico da vida?

É fácil observar no mundo o ato criminoso do desperdício. Às crianças, aos jovens e aos adultos, insisto neste ensinamento: a migalha de hoje é a farta refeição de amanhã. E, por extensão, a gota d’água de hoje é o abundante manancial do amanhã. E, nestes tempos, de agora mesmo. Ajudemos a evitar o pior.

Em “Apocalipse sem medo” (2000), ressaltei que, apesar dos esforços ecológicos de muita gente boa, o ser humano ainda vive a poluir tudo, como na advertência do Profeta Isaías, 24:5: “Na verdade, a Terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a Aliança Eterna”.

A água tornou-se pouca em diversos pontos do orbe, mas continua sendo maltratada. E o líquido potável corresponde a menos de 3% do que existe no planeta. O restante é principalmente água salgada, em torno de 97%. Como é que as coisas ficam? (…) Preservá-la não se resume a medidas de governos. Exige decisivos cuidados que precisamos nós, cidadãos, ter também com ela. É necessário que deixemos de ser meros observadores e passemos a atuar como ativos participantes. Afinal de contas, está em jogo a nossa própria existência. Exato: nossa própria vida! E a correção disso demanda Justiça e Boa Vontade, vistos como antídoto contra a ganância, que, de tão cega, não percebe estar cavando a sepultura inclusive para si mesma.

AQUECIMENTO GLOBAL

No dia 16/1, a Agência Brasil divulgou que 2014 foi o ano mais quente desde o início dos registros de temperatura, em 1880. A informação é da Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos. O órgão norte-americano acrescenta que “o aumento da temperatura se espalhou por todo o mundo. As regiões onde foram registrados recordes de calor estão no extremo Leste da Rússia, a Oeste do Alasca, no interior da América do Sul, na maior parte do continente europeu, no Norte da África e também nas regiões costeiras do Leste e do Oeste da Austrália”.

A cada pesquisa nova apresentada, a Ciência se convence de que a atuação humana tem apressado o aquecimento global. E as consequências estão aí, à vista de todos. A complexidade dos desafios se intensifica, incluída a que afeta diretamente a economia das nações.

O Apóstolo Paulo, há dois milênios, em sua Epístola aos Gálatas, 6:7, deu uma lição que poderia repetir hoje literalmente: “Ninguém se iluda, porque Deus não se deixa escarnecer. Aquilo que o homem semear, terá de colher”.

Ouçamos o alertamento bíblico. O Pai Celestial certamente aguarda de nós bom senso e muito trabalho em prol do bem-estar da Humanidade. Peçamos a Ele proteção para as providências terrenas; chuva para os lugares secos; um clima mais equilibrado para a saúde das pessoas. E não desprezemos o poder da oração e da vigilância coletivas.

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.

ARTIGO: Ciência, História e Espiritualidade…

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A revista científica “Explore”, editada em Amsterdã, na Holanda, divulgou importante trabalho do Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde da Universidade Federal de Juiz de Fora/MG (NUPES-UFJF) em parceria com o Departamento de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP).

Trata-se da análise de treze cartas psicografadas pelo médium Chico Xavier (1910-2002) atribuídas a Jair Presente, autor espiritual que falecera em 1974. O conteúdo delas, seguindo os devidos critérios de avaliação, foi considerado autêntico.

O estudo foi assinado pelos doutores Alexandre Caroli Rocha, Denise Paraná, Elizabeth Schmitt Freire, Francisco Lotufo Neto, sob a orientação do psiquiatra Alexander Moreira-Almeida, diretor do NUPES-UFJF.

O site www.explorejournal.com/article/S1550-8307(14)00108-6/abstract disponibiliza ao internauta resumo desse interessante artigo, extraído da edição de setembro-outubro/2014.

Esses fatos me fazem recordar trecho da entrevista que concedi, em 2000, ao jornalista Alcione Giacomitti, publicada por ele no livro “Os Pilares da Sabedoria de um Novo Mundo”:

Afirmei, na década de 1980: a Ciência, iluminada pelo Amor, eleva o homem à conquista da Verdade. A posição filosófica adotada pela Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo ante os desafios do conhecimento universal obedece ao bom senso: a questão não é acreditar ou deixar de crer, mas, sim, saber se determinado fato constitui ou não uma verdade absoluta. E cabe, evidentemente, à Ciência a sua devida comprovação. Por sinal, costumo dizer que o que a Religião intui a Ciência um dia comprovará em laboratório. (…) A ciência convencional terá (sempre) de ser reapreciada para absorver os muitos dados novos coligidos pela chamada ciência de ponta. Entretanto, precisará incluir também nas novidades o reconhecimento do Mundo Espiritual, não como resultado de químicas cerebrais que excitariam a mente humana na região do ilusório, pois essa conclusão é muito cômoda. Deverá fazê-lo como realidade pluridimensional, em que existe o prolongamento da vida consciente e ativa do Ser, nas esferas ainda invisíveis ao sentido visório. (…)

Chegaremos lá.

A espiritualidade, em suas mais diversas formas de manifestação, é marcante na história do Brasil. Melhor, nenhum país no planeta está isento dessa decisiva influência. Tenho-lhes afirmado que o espírito de religiosidade, outro nome que igualmente identifica a espiritualidade, nasce com o ser humano. E o seu desenvolvimento na prática do Bem é roteiro acertado.

Esse tema, ainda que alguns não queiram lhe dar o justo crédito, está sempre na pauta de atividade dos estudiosos, dos pesquisadores, dos historiadores, dos religiosos e dos cientistas de vanguarda.

Há pouco tempo, a renomada historiadora brasileira Mary del Priore lançou “Do outro lado”, em que procura descrever a maneira com que nossos antepassados lidavam com o mundo dos Espíritos. Segundo a sinopse da obra, “é uma narrativa instigante sobre um assunto que chama a atenção tanto daqueles que creem em tudo quanto daqueles que não creem em nada, mas que desejam acima de tudo conhecer cada vez mais um pouco da história de nosso país”.

Meu particular agradecimento à competente autora pela fraterna dedicatória que me enviou: “Ao caríssimo Paiva Netto, com admiração e o abraço de Mary”.

José de Paiva Netto
Jornalista, radialista e escritor

ARTIGO: Desumanidade gera Desumanidade

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No meu estudo Cidadania do Espírito, comento:

Desumanidade gera desumanidade. Aí está, em resumo, a explicação do estado atual nas diversas regiões do planeta. Porém, com a riqueza de nosso Espírito, podemos edificar um amanhã mais apreciável. Entretanto, nenhuma reforma será duradoura se não houver o sentido de Caridade, o respeito ao cidadão e o bom comando das gentes, atuando na Alma. Todavia, para que isso realmente ocorra, é necessário que estejamos integrados em Deus, que é Amor, portanto, Caridade. Sem essa providência e perseverança nela, como preconiza Jesus, possivelmente nem saberíamos por onde começar. A integração verdadeira em Deus e em Sua Lei, expressa pelo Divino Mestre no Seu Novo Mandamento, é a reforma que falta ter início. Disse Jesus: “Novo Mandamento vos dou: Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos, se tiverdes o mesmo Amor uns pelos outros. O meu Mandamento é este: que vos ameis como Eu vos tenho amado. Não há maior Amor do que doar a própria Vida pelos seus amigos. Porquanto, da mesma forma como o Pai me ama, Eu também vos amo. Permanecei no meu Amor” (Evangelho, segundo João, 13: 34 e 35, 15:12, 13 e 9).

Supremo poder da alma

Caridade é a comprovação do supremo poder da Alma ao construir épocas melhores de vida (material e espiritual) para as criaturas e seus países, os Cidadãos do Espírito. Não existe maior inspiração para a boa política do que ela, seguida pela Justiça aliada ao Bem. Absurdo?! O tempo mostrará que não. Resta às multidões aprender em definitivo a enxergar essa realidade e desenvolver o sentido de compaixão. Assim, com o passar das eras, o mundo abandonará a doença que, pelos milênios, lhe tem feito tanto mal: a pouca atenção que dá à força do Amor Fraterno, “princípio básico do Ser, fator gerador de Vida, que está em toda parte e é tudo”.

Sobre o sublime ato de se doar ao próximo e suas consequências sociais, assim se manifestou o pensador político francês Alexis de Tocqueville (1805-1859), autor de A democracia na América: “A caridade dos indivíduos se dedica às maiores misérias, procura o infortúnio sem publicidade e, de maneira silenciosa e espontânea, repara os males. (…) Pode produzir somente resultados benéficos. (…) Alivia muitas misérias, sem produzir nenhuma”.

JOSÉ PAIVA NETTO, Jornalista, radialista e escritor

ARTIGO: Dia Nacional da Família

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Em 8 de dezembro comemoramos no Brasil o Dia Nacional da Família. Na Declaração Universal dos Direitos Humanos, no artigo 16o, podemos ler: “A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção desta e do Estado”.

Em nossos pensamentos diários, observemos sempre se estamos dando o justo valor à Família. Um país melhor, mais feliz e, por consequência, uma Humanidade equilibrada dependem dos núcleos familiares bem constituídos, devidamente prestigiados por seus integrantes e pela comunidade. A importância da família transcende a compreensão mais comum. Nela, a vida humana encontra o seu refúgio, a exemplo da criança especial, que tem o seu dia celebrado em 9 de dezembro.

 

APOSTEMOS NAS FAMÍLIAS

O ilustre Espírito dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti (1831-1900), que foi prefeito da cidade do Rio de Janeiro no tempo do Império, numa mensagem por intermédio do sensitivo Chico Periotto, deu ênfase ao nosso tema de hoje. Peço-lhes a atenção para suas palavras:

“A existência na Terra é de luta — não há outra denominação melhor —, mas a tranquilidade de Alma existe quando vemos que as Forças Benditas envolvem a família e os casais, elevando-os a patamares de compreensão, buscando as sementes que germinaram os frutos da semeadura, por intermédio dos filhos.

“Apostemos na ideia das famílias unidas pelo Cristo de Deus. Apostemos nisso. Que a palavra da Boa Vontade de Deus possa fazer o trabalho preponderante do Bem e ser ouvida e seguida na Terra. (…)

“Falamos sobre a importância da egrégora familiar, assunto recorrente e sempre de necessária abordagem, porque necessitamos oferecer condições de segurança, principalmente às mulheres (na Humanidade), às mulheres esposas e às crianças, com a parede, com a muralha dos bons sentimentos e das boas ações, fazendo descer sobre elas a cachoeira espiritual de bons fluidos que vem do Etéreo.

“Muitos casais e muitas famílias se desfazem porque não se preocupam com o diálogo salutar, com a compreensão mútua, enfim, com a presença do símbolo da unidade familiar, cujos arroubos sempre causam transtornos perigosos, problemáticos e danos irreparáveis aos que postulam a sedimentação da família no planeta Terra.

“Constituímos nossas vidas, também no Etéreo, pelo espírito de família que trazemos dos laços aflorados e traduzidos em harmonia e união advindos da matéria. Somos mais felizes no Espaço quando encontramos o nosso verdadeiro Amor na Terra.

“Se Jesus aproximou, uniu e fez com que frutificasse o Amor por intermédio dos filhos, dos felizes filhos que desabrocham, temos que trabalhar para suprir as deficiências do cotidiano, da convivência, do livre-arbítrio e de raciocínios que, às vezes, fogem do verdadeiro prumo necessário ao desenvolvimento da família. (…)

“Saibam que, na Pátria da Verdade, não nos descuidamos das lutas em que todos estão envolvidos no mundo. Mas queremos ainda maior afinação dos seres terrestres com seus Anjos da Guarda. Não deixem vícios humanos atingir seus Espíritos nem suas famílias, principalmente esses vícios que são fartamente divulgados nas mídias. Desde um simples cigarro, aparentemente inofensivo, às drogas, às bebidas. Blindem, blindem suas Almas. O corpo, o vaso físico que todos recebem na encarnação presente, é instrumento de Deus emprestado, inclusive os órgãos genitais, pois procriam, interagem a energia do homem com a da mulher para a evolução, a continuidade na Terra”.

Dr. Bezerra — muito conhecido também como “Médico dos Pobres” — continua vivo no Céu, no Mundo Espiritual, como Espírito, Anjo da Guarda, Nume Tutelar, enfim, há vários nomes que definem a mesma condição de prosseguir existindo. O princípio de tolerância, que deve reger a convivência em sociedade, nos inspira este raciocínio: ainda que nem todos acreditem na possibilidade da vida eterna ou que exista diálogo entre Céu e Terra, hão de levar em consideração o conteúdo da mensagem. É um texto sensato e que merece reflexão. A segurança material e espiritual de nossas famílias significa a boa guarda de nós mesmos.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. 

APROAM com a palavra: A B A N D O N O…

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O abandono recente da cachorra de raça Poodle, que, atende pelo nome de Pretinha causou revolta e enfureceu as pessoas que assistiram ao vídeo exposto na internet. A atitude irresponsável da secretária custou-lhe o enquadramento na Lei de proteção aos animais: 9605/98, artigo 32 que prevê de três meses a um ano de detenção. Pretinha foi abandonada numa avenida movimenta e o ato vil filmado por um cidadão que se encontrava num carro que trafegava atrás do veículo da secretária Márcia, que teve a coragem de deixar Pretinha naquela situação em que poderia ter sido atropelada e morta. Não podemos julgar ninguém, mas a justiça pode e deve fazê-lo e esse fato abre precedentes para que você cidadão monte-azulense fique alerta, pois os tipos de maus tratos, abandono que acontecem distante de nós, também estão presentes aqui em nossa cidade. Quando você vir alguém espancando, deixando animais presos em cordas e correntes curtas, sob sol escaldante, sem água e comida, abandonando animais pelas ruas, não espere, anote a chapa do veículo, se vir a pessoa, fotografe, filme, enfim, denuncie para a polícia (190) ou para a Guarda Municipal (199) ou então ligue para a APROAM: 99200 – 4931 que nós tomaremos as providências cabíveis e previstas em lei, sem identificar o denunciante. Confie! Estamos trabalhando verdadeiramente em prol de nossos animais que não sabem falar, somos a voz deles! Contamos com vocês!

ARTIGO: Aids e Direitos Humanos

— por Paiva Netto —

Dezembro, além do Natal de Jesus, reserva expressivas datas no que diz respeito à valorização da vida. Em 1°/12 lembramos do Dia Mundial de Luta contra a Aids, criado a partir de decisão da Assembleia Mundial de Saúde, em outubro de 1987.

Sobre o tema, há décadas escrevi que os nossos irmãos que padecem com o vírus HIV e os que sofrem de outros males físicos, mentais ou espirituais precisam em primeiro lugar de Amor Fraterno, aliado ao socorro médico devido. Se a pessoa se sentir humanamente amparada, criará uma espécie de resistência interior muito forte, que a auxiliará na recuperação ou na paciência diante da dor. Costumo afirmar que o vírus do preconceito agride mais que a doença.

(…) Longe do Amor Fraterno, ou Respeito, se assim quiserem apelidá-lo, o Ser Humano jamais saberá viver em Sociedade Solidária Altruística Ecum­­ênica, porque a sua existência ficará resumida a um terrível “cosmos”, o mesquinho universo do egoísmo. Por esse motivo, escreveu o pensador e sociólogo francês Augusto Comte (1798-1857): “Viver para os outros é não somente a lei do dever, mas também da felicidade”. Trata-se de uma lição que ninguém deve esquecer em circunstância alguma.

DIREITOS E DEVERES HUMANOS

No dia 10/12, comemora-se oficialmente o 65° aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, votada pela Assembleia-Geral das Nações Unidas em Paris, no Palácio de Chaillot, no ano de 1948. Ela se tornou uma das principais cartas que regem as nobres iniciativas da ONU, inspirando a elaboração de outros importantes documentos e constituições, a exemplo da Carta brasileira, proclamada em 1988, a “constituição cidadã”, na definição do deputado Ulysses Guimarães (1916-1992), que presidiu a Assembleia Nacional Constituinte.

O “RASCUNHO DE GENEBRA”

Eleanor Roosevelt (1884-1962), viúva do presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt (1882-1945), comandara desde janeiro de 1947 o Comitê dos Direitos Humanos, reunido pela ONU, até a adoção dos 30 artigos naquele memorável dezembro de 1948. Considerada a força motriz do projeto, dona Eleanor liderou um grupo com 18 integrantes de heterogênea formação cultural, política e religiosa, elaborando o que ficou conhecido como o “Rascunho de Genebra”, em setembro de 1948, apresentado e submetido à aprovação dos mais de 50 países membros. É com grande orgulho que recordamos a participação do ilustre jornalista brasileiro, meu dileto amigo, Austregésilo de Athayde (1898-1993), um dos mais destacados colaboradores desse extraordinário trabalho. Ele também ocupou a presidência da Academia Brasileira de Letras (ABL) e do Conselho de Honra para a construção do ParlaMundi da LBV, em Brasília/DF.

CONQUISTAS CIVIS

Ao longo das eras, o estudo do Direito foi sendo aperfeiçoado, a fim de dar garantias cada vez mais sólidas à sociedade. O século 20, por exemplo, nos legou um imenso aprendizado por meio de sucessivas conquistas civis.

Em homenagem a tantos ativistas que, ao longo da História, almejaram liberdade e condições dignas de vida, e em contribuição a tão significativo marco, trago-lhes trecho de modesta palestra que proferi, publicada, entre outros, em “Reflexões e Pensamentos — Dialética da Boa Vontade” (1987) e no “Manifesto da Boa Vontade” (21 de outubro de 1991):

Acreditar que possa haver direitos sem deveres é levar ao maior prejuízo a causa da liberdade. Importante é esclarecer que, quando aponto os deveres do cidadão acima dos seus próprios direitos, em hipótese alguma defendo uma visão distorcida do trabalho, em que a escravidão é uma de suas facetas mais abomináveis.

Por isso, queremos que todos os seres humanos sejam realmente iguais em direitos e oportunidades, e cujos méritos sociais, intelectuais, culturais e religiosos, por mais louvados e reconhecidos, não se percam dos direitos e liberdades dos demais cidadãos. Porquanto, liberdade sem fraternidade é condenação ao caos.

Uma sociedade em que Deus e Suas leis de amor e justiça inspirem zelo à liberdade individual, para garantir segurança política e jurídica a todos, como nos inspira o Natal do Cristo de Deus. Falo do Criador Supremo, não do errôneo entendimento que procura fazer Dele, que é Amor, instrumento execrável de fanatismo e tirania, preconceito e ódio. Consequentemente, não me refiro ao deus antropomórfico, caricato, criado à imagem e semelhança do homem imperfeito. (…)

As virtudes reais serão aquelas constituídas pela própria criatura na ocupação honesta dos seus dias, na administração dos seus bens e no respeito pelo que é alheio, na bela e instigante aventura da vida. Uma nação que se faça de tais elementos será sempre forte e inviolável.

Desejo que, em pleno século 21, consigamos consolidar esses ideais e expandi-los aos povos da Terra, para que sejam plenamente vivenciados. E jamais repetir o século 20 naquilo em que ele foi um fracasso.