BEBEDOURO: DEMEC oferece atendimento de Fonoaudiologia para crianças da Rede Municipal

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A fonoaudióloga, Elizabeth Maria Olivi, atende crianças da Rede Municipal de Educação, na faixa de 2 a 10 anos de idade. As consultas são realizadas de segunda à quinta-feira, na própria sede do Departamento de Educação e Cultura (DEMEC),  uma vez por semana, normalmente em grupos de até 3 crianças, o que segundo a fonoaudióloga “é muito positivo para o desenvolvimento das atividades, estimulando a interação entre as crianças”.

Durante as sextas-feiras são realizadas as triagens nas escolas municipais, onde os professores apresentam suas dificuldades e também recebem orientações profissionais, desenvolvendo em conjunto, estratégias a cerca das melhores formas de lidar com as dificuldades apresentadas pelas crianças, como problemas de fala, e no processo de aprendizagem.

Também são feitas orientações aos pais, para participarem efetivamente do processo de tratamento, ajudando a criança a desenvolver atividades rotineiras em casa, como forma de aprimoramento de suas habilidades. “Os alunos tem um caderno de atividades para que possam dar segmento aos processos em suas próprias casas”. Segundo, Elizabeth, é fundamental o compromisso da família ou responsáveis para com essas crianças, de forma a colaborarem de forma positiva nesse desenvolvimento.

Dentre as atividades aplicadas, as crianças praticam exercícios de escrita e fala em forma de brincadeiras, melhorando assim seu próprio desenvolvimento. O uso dessas atividades tem sido útil para favorecer a formação do vínculo com a criança e identificar os conceitos que gerem os problemas apresentados. A maior vantagem desse tratamento é estar sendo oferecido de forma gratuita para a população.

A fonoaudióloga diz ainda, que é muito grande o preconceito de algumas famílias no que diz respeito à necessidade de tratamentos sucessivos, como é o caso de crianças com desvios de atenção ou hiperativas, e que também precisam de medicação especializada. Essas crianças apresentam necessidade de serem encaminhadas para demais departamentos capacitados, como APAE, e o próprio CAPS (Centro de Atenção Psicossocial). Não é algo que tenha que ser encarado de forma negativa, mas que deve ser trabalhado com união entre a família e a criança. Incluindo o processo de triagem nas escolas, os atendimentos chegam a beneficiar de 30 a 40 crianças.

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